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EUA realizam ataque à Venezuela e Trump anuncia captura de Nicolás Maduro

Operação militar norte-americana atingiu Caracas e outras regiões; governo venezuelano denuncia “agressão” e pede prova de vida do presidente capturado.

EUA realizam ataque à Venezuela e Trump anuncia captura de Nicolás Maduro
Imagem internet

Em uma ação sem precedentes na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989, os Estados Unidos lançaram uma ofensiva militar de grande escala contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3). O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a operação resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, e que ambos foram retirados do país, embora o destino deles ainda não tenha sido confirmado oficialmente. 


Segundo o presidente americano, a missão foi conduzida em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos e teve como objetivo desmantelar o que Trump descreveu como um governo criminoso envolvido em narcotráfico e outras atividades ilícitas. O ataque teria incluído bombardeios e incursões em pontos estratégicos de Caracas e de outros estados venezuelanos. 


Moradores relataram fortes explosões, aeronaves militares sobrevoando a capital em baixa altitude e quedas de energia em algumas áreas, enquanto colunas de fumaça foram vistas em diversos bairros. 


Do lado venezuelano, a resposta foi imediata. O governo de Nicolás Maduro classificou os ataques como uma “agressão militar extremamente grave” e uma violação da soberania nacional, decretando estado de emergência e convocando a população e as forças políticas para a mobilização em defesa do país. As autoridades também exigiram provas de vida de Maduro e de sua esposa, diante da falta de informações claras sobre seu paradeiro. 


O anúncio de Trump colocou o mundo em alerta e levantou dúvidas sobre as consequências legais e diplomáticas de uma intervenção direta em solo venezuelano sem um mandato explícito de organismos internacionais. A operação ainda carece de detalhes concretos sobre o futuro político na Venezuela e o papel que outros países devem desempenhar nesse novo capítulo da crise regional.

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